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07 Mai 2018

Os pontos turísticos mais bonitos de Lisboa: Bairro Alto e Belém

Pontos turisticos: bairro alto e belém

Falar de Lisboa e não falar do Bairro Alto e de Belém, é uma falha que temos de remediar. Depois de mostrarmos como vale a pena visitar Lisboa e conhecer Alfama e o Chiado, agora chegou a vez de mostrarmos o melhor do Bairro Alto e de Belém.

As ruas estreitas e festivas do Bairro Alto

Falar de Lisboa e não falar do Bairro Alto e de Belém, é uma falha que temos de remediar. Depois de mostrarmos como vale a pena visitar Lisboa e conhecer Alfama e o Chiado, agora chegou a vez de mostrarmos o melhor do Bairro Alto e de Belém. As ruas estreitas e festivas do Bairro Alto O Bairro Alto, como ele é atualmente, é o resultado da expansão urbana do século XVI. Criado fora dos muros da cidade histórica, este bairro cedo começou a caracterizar-se pelo traçado ortogonal das ruas que o compõem. Ruas que levam as pessoas por uma malha urbana cheia de edifícios de três a quatro andares de altura, com fachadas assimétricas que reforçam as misturas de estilos, onde se incluem edifícios da era pombalina. Perto desta rede de ruas, encontra-se um dos miradouros mais emblemáticos de Lisboa: o Miradouro de Santa Catarina, também conhecido por Miradouro do Adamastor, devido à estátua de Júlio Vaz Júnior. Aqui, a vista do Tejo e da Margem Sul impacta qualquer um, deixando saudades a quem o visita (seja de noite, ou de dia). Também é no Bairro Alto que fica um outro miradouro, sendo este o mais romântico de todos: o Miradouro de São Pedro de Alcântara. Este espaço é caracterizado por um terraço ajardinado com bustos de figuras históricas, de onde se pode ver o Castelo de São Jorge, a Baixa Pombalina e o Rio Tejo. A história épica de Belém Belém é um testemunho “vivo” da odisseia portuguesa “por mares nunca dantes navegados”. Tanto o Mosteiro de Jerónimos como a Torre de Belém testemunham a história que se desenrolou naquele local (desde o século XVI). Assim como exemplificam na perfeição o estilo arquitetónico conhecido como Manuelino. Enquanto que o Mosteiro dos Jerónimos, também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Belém, é um dos mais notáveis conjuntos monásticos portugueses e uma das principais igrejas-salão da Europa. A Torre de Belém (ou de São Vicente) faz parte de uma rede defensiva da bacia do Tejo, composta a sul pela torre de São Sebastião da Caparica (1481) e a oeste pela Torre de Santo António de Cascais (1488). Ambos os monumentos foram classificados como Património Mundial pela UNESCO, em 1983. O sempre presente Rio Tejo Se há cidades que crescem a partir de um rio, Lisboa é uma delas. Não se pode falar desta cidade sem se falar do Estuário do Tejo que se alonga pelo nosso olhar em qualquer miradouro de Lisboa. As águas do Tejo estão sempre presentes. Variando entre os cinzentos e azuis, as águas do maior rio da Península Ibérica maravilha qualquer pessoa que pare um momento a olhar para a deslumbrante paisagem que Lisboa guarda em quase todos os seus cantos, ao longo de todo o ano. Acredite, um dos maiores prazeres que qualquer pessoa pode ter em Lisboa é sentar-se à beira rio, ou em qualquer miradouro, e perder-se a olhar para estas águas que já viram as naus do primeiro império global da História humana partirem.

O Bairro Alto, como ele é atualmente, é o resultado da expansão urbana do século XVI. Criado fora dos muros da cidade histórica, este bairro cedo começou a caracterizar-se pelo traçado ortogonal das ruas que o compõem.

Ruas que levam as pessoas por uma malha urbana cheia de edifícios de três a quatro andares de altura, com fachadas assimétricas que reforçam as misturas de estilos, onde se incluem edifícios da era pombalina.

Perto desta rede de ruas, encontra-se um dos miradouros mais emblemáticos de Lisboa: o Miradouro de Santa Catarina, também conhecido por Miradouro do Adamastor, devido à estátua de Júlio Vaz Júnior. Aqui, a vista do Tejo e da Margem Sul impacta qualquer um, deixando saudades a quem o visita (seja de noite, ou de dia).

Também é no Bairro Alto que fica um outro miradouro, sendo este o mais romântico de todos: o Miradouro de São Pedro de Alcântara. Este espaço é caracterizado por um terraço ajardinado com bustos de figuras históricas, de onde se pode ver o Castelo de São Jorge, a Baixa Pombalina e o Rio Tejo.

A história épica de Belém

Mosteiro dos Jerónimos

Belém é um testemunho “vivo” da odisseia portuguesa “por mares nunca dantes navegados”. Tanto o Mosteiro de Jerónimos como a Torre de Belém testemunham a história que se desenrolou naquele local (desde o século XVI). Assim como exemplificam na perfeição o estilo arquitetónico conhecido como Manuelino.

Enquanto que o Mosteiro dos Jerónimos, também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Belém, é um dos mais notáveis conjuntos monásticos portugueses e uma das principais igrejas-salão da Europa. A Torre de Belém (ou de São Vicente) faz parte de uma rede defensiva da bacia do Tejo, composta a sul pela torre de São Sebastião da Caparica (1481) e a oeste pela Torre de Santo António de Cascais (1488).

Ambos os monumentos foram classificados como Património Mundial pela UNESCO, em 1983.

O sempre presente Rio Tejo

Se há cidades que crescem a partir de um rio, Lisboa é uma delas. Não se pode falar desta cidade sem se falar do Estuário do Tejo que se alonga pelo nosso olhar em qualquer miradouro de Lisboa.

As águas do Tejo estão sempre presentes. Variando entre os cinzentos e azuis, as águas do maior rio da Península Ibérica maravilha qualquer pessoa que pare um momento a olhar para a deslumbrante paisagem que Lisboa guarda em quase todos os seus cantos, ao longo de todo o ano.

Acredite, um dos maiores prazeres que qualquer pessoa pode ter em Lisboa é sentar-se à beira rio, ou em qualquer miradouro, e perder-se a olhar para estas águas que já viram as naus do primeiro império global da História humana partirem.

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